FUNCEF aprova redução de dois anos no equacionamento

FUNCEF aprova redução de dois anos no equacionamento

Estudos técnicos atuariais mostram que impacto positivo das medidas para reduzir contribuições extraordinárias supera as projeções iniciais

istock.com/Comunicação FUNCEF

O Conselho Deliberativo da FUNCEF aprovou, nesta quinta-feira (29/5), a repactuação do equacionamento do REG/Replan Saldado, conforme previsto no conjunto de medidas que viabilizou a redução de 19,16% para 10,80% nas contribuições extraordinárias.

Essa aprovação veio com mais uma boa notícia aos 53,8 mil participantes do plano: o alongamento do prazo das taxas de equacionamento será de 4 anos e não de 6 anos, como indicavam projeções iniciais.

Além disso, como já anunciado, as taxas de equacionamento que incidem sobre o abono (13º) terão um corte ainda mais expressivo, caindo de 19,16% para 3,10%.

A documentação será enviada agora à CAIXA. Depois da aprovação definitiva, a Fundação poderá devolver parte das contribuições extraordinárias sobre a parcela do 13º de fevereiro, uma vez que a alíquota descontada foi de 10,80%.  

Repactuação do equacionamento

A diferença positiva em relação às projeções decorre da avaliação especial por fato relevante, processada tendo como data de referência 28 de fevereiro de 2025. Essa avaliação considerou o impacto conjunto de todas as medidas aprovadas e a modelagem atuarial desenvolvida e revisada por auditoria independente.

De acordo com os estudos técnicos, a revisão de benefícios a conceder, aprovada por 67 % dos participantes do Saldado que se manifestaram em consulta pública, representa um esforço de R$ 3,12 bilhões, que entram como parcela aportada à vista pelos participantes ativos e assistidos.

A CAIXA, por sua vez, já antecipou o pagamento de R$ 2,6 bilhões de sua parte do equacionamento e fará um novo repasse para chegar aos mesmos R$ 3,12 bilhões. Os valores oriundos das medidas e da patrocinadora, que chegam a R$ 6,24 bilhões, serão utilizados para amortizar parte do déficit em equacionamento.

Para ampliar o impacto das medidas, o déficit remanescente, de R$ 13,21 bilhões, foi repactuado num único plano de equacionamento, suavizando as condições de pagamento, com o alongamento do prazo em quatro anos ao anteriormente previsto, com encerramento previsto em 2040.

“A redução do equacionamento foi uma grande vitória, construída com muito diálogo e cooperação. As condições se mostraram melhores do que previsto inicialmente e são mais um passo para o futuro sustentável e equilibrado que todos queremos no REG/Replan Saldado”, afirmou o presidente Ricardo Pontes.

Comunicação Social da FUNCEF

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